Um dos primeiros a trazer o jeans para o mundo da alta costura foi o estilista norte-americano Calvin Klein. Ao colocar modelos para desfilar com peças do tecido, Klein foi visto com maus olhos pelos críticos mais conservadores, que mal imaginavam que aquele era o início de um caminho sem volta. Também se tornaram célebres a peças publicitárias da grife do estilista, que mostravam a jovem Brooke Shields ao lado da frase “Você sabe o que há entre mim e a minha Calvin? Nada.” Aos poucos, o preconceito foi caindo, e estilistas famosos, como Pierre Cardin, Jacques Fath e Van Cleef Arpels, incapazes de resistir àquela moda imposta de baixo para cima, criaram suas linhas. Yves Saint-Laurent chegou a declarar: “Eu gostaria de ter inventado o jeans. Ele tem expressão, sex appeal, simplicidade. Ou seja: tudo o que eu procuro em minhas roupas”. Surgia assim o conceito de design do jeans: peças com uma forte conotação de status, nas quais as logos estampadas eram tão ou mais importantes quanto o corte.
Essa onda teria seu ápice nos anos 80, com marcas como Jordache e Gloria Vanderbilt. Ao mesmo tempo, o jeans fazia as pessoas se darem conta da importância da criatividade e da autenticidade na hora de se vestir, bem como do valor do conforto e da praticidade. Era a moda casual que ganhava força. Essa aparente contradição entre o simples e o fashion, contudo, não foi capaz de enfraquecer a personalidade do jeans. Pelo contrário: democratizou o tecido, que se mostrava capaz de agradar a ricos e pobres, e ocupar espaço no armário tanto do yuppie quanto do operário. É com esse status que o jeans atravessou os anos 90 e entrou no século XXI com força total. Prova disso é que hoje, somente no Brasil, são produzidos 25 milhões de metros de jeans por mês. Como se vê, o jeans provou ser um tecido extremamente resistente e versátil, não só no dia-a-dia, como no decorrer dos séculos. Afinal, só ele seria capaz de resistir a corridas do ouro, cowboys, guerras, motoqueiros e ainda encarar um supermercado e uma vernissage no final do dia.
Brooke Shields posa para Calvin Klein aos 15 anos. Um dos muitos (e lindos) rostos que ilustraram as campanhas da marca.
A raiz da palavra jeans foi notada pela primeira vez em 1567 como Genoese ou Genes, um termo usado na descrição das calças dos marinheiros da cidade de Gênova/Itália. Os rebites de reforço foram patenteados em 1873 por Levi Strauss e Jacob Davis. Tachinhas de cobre foram utilizadas para dar uma maior resistência aos bolsos que não estavam resistindo ao peso colocados neles. Os pontos críticos das calças foram reforçados, tornando-as mais duráveis.
A partir de então, cada vez mais os trabalhadores utilizavam o jeans para exercer suas tarefas mais árduas e de exigência física. Entretanto, o jeans só passou a ser utilizado no dia-a-dia no século XX.
Com o surgimento no cinema, encabeçado por James Dean e Marlon Brando, a roupa começou a associar-se ao conceito de juventude e rebeldia, conquistando este público.
Cowboys do asfalto com suas Harley-Davidsons aterrorizavam a Califórnia. Elvis Presley em 1957 já usava seu jeans, e desde então rock e jeans são inseparáveis.
Novas modelos como Marilyn Monroe e Jayne Mansfield também usavam jeans apertado para mostrar como uma trabalhadora tradicional poderia ser sexy.
Surge o movimento hippie e eles adoravam o jeans, pois não era caro e era funcional. Jaquetas e calças jeans viraram febre para uma juventude independente que se reunia e celebrava seu estilo de vida em festivais de rock como Woodstock e Monterey .
O jeans só chegou a conquistar o restante da população após a proliferação social do seu conceito como roupa despojada e do cotidiano, sem perder seu charme e elegância. Consagravam-se os gigantes do jeans, como Levi’s, Lee e Mustang.
Calvin Klein foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela. Foi já na década de 70 e isso provocou os mais conservadores. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou seu espaço na sociedade.
A comodidade e praticidade que o jeans proporciona, aliadas a sua fácil manutenção foram definitivos para sua fixação como vestuário básico.
O cigarro é over, mas o ídolo de Juventude Transviada, James Dean deu início da popularização do jeans
Marlon Brando já sabia mostrar como jeans pode ser sexy
A raiz da palavra jeans foi notada pela primeira vez em 1567 como Genoese ou Genes, um termo usado na descrição das calças dos marinheiros da cidade de Gênova/Itália. Os rebites de reforço foram patenteados em 1873 por Levi Strauss e Jacob Davis. Tachinhas de cobre foram utilizadas para dar uma maior resistência aos bolsos que não estavam resistindo ao peso colocados neles. Os pontos críticos das calças foram reforçados, tornando-as mais duráveis.
A partir de então, cada vez mais os trabalhadores utilizavam o jeans para exercer suas tarefas mais árduas e de exigência física. Entretanto, o jeans só passou a ser utilizado no dia-a-dia no século XX.
Com o surgimento no cinema, encabeçado por James Dean e Marlon Brando, a roupa começou a associar-se ao conceito de juventude e rebeldia, conquistando este público.
Cowboys do asfalto com suas Harley-Davidsons aterrorizavam a Califórnia. Elvis Presley em 1957 já usava seu jeans, e desde então rock e jeans são inseparáveis.
Novas modelos como Marilyn Monroe e Jayne Mansfield também usavam jeans apertado para mostrar como uma trabalhadora tradicional poderia ser sexy.
Surge o movimento hippie e eles adoravam o jeans, pois não era caro e era funcional. Jaquetas e calças jeans viraram febre para uma juventude independente que se reunia e celebrava seu estilo de vida em festivais de rock como Woodstock e Monterey .
O jeans só chegou a conquistar o restante da população após a proliferação social do seu conceito como roupa despojada e do cotidiano, sem perder seu charme e elegância. Consagravam-se os gigantes do jeans, como Levi’s, Lee e Mustang.
Calvin Klein foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela. Foi já na década de 70 e isso provocou os mais conservadores. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou seu espaço na sociedade.
A comodidade e praticidade que o jeans proporciona, aliadas a sua fácil manutenção foram definitivos para sua fixação como vestuário básico.
A partir das décadas de 40 e 50, a roupa passou a ser incorporada no uso informal jovem.
O conceito de uso do jeans como símbolo de rebeldia jovem e despojada iniciou através do cinema, em filmes que tinham James Dean e Marlon Brando como símbolos de juventude. Nesta época as marcas Levi´s, Lee e Mustang passaram a competir mais fortemente no mercado.
Calvin Klein, na década de 70, foi o primeiro estilista a trabalhar o jeans como tendência de moda nas passarelas. O jeans passou a ser difundido cada vez mais pela praticidade, simplicidade e estilo cômodo e moderno de uso.
A famosa 501, modelo de 1890, um dos mais antigos existentes
Fontes:
http://www.levi.com.br





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