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domingo, 27 de maio de 2012

Temporada de primavera verão 2012 no Brasil iniciou dia 22 de maio sob ameaça de crise


                           Temporada Primavera verão 2012/2013 inicia com desafio de enfrentar as empresas de fora.




A temporada primavera-verão 2012 começa na terça (22) no Brasil com a abertura do Fashion Rio.Os desfiles acontecem em um cenário balançado pela adoção de um novo calendário da moda nacional e pelo medo de que uma crise, gerada sobretudo pela entrada e expansão de marcas estrangeiras no mercado brasileiro, prejudique o ainda frágil esquema de crescimento da indústria local --e, principalmente, do nicho do luxo. Neste ano, ocorrerão não duas, como de costume, mas três edições do Fashion Rio e da São Paulo Fashion Week. O inverno, portanto, será exibido em outubro próximo e não somente em 2013.A mudança visa incluir o Brasil na sequência de datas das maiores semanas de moda do mundo, o que significa um alinhamento com os esquemas mundiais de fornecedores e lançamentos. Mas a mudança do calendário foi apenas um fator de transição que trouxe à tona uma série de problemas estruturais da moda, incluindo a fragilidade de certa porção do mercado nacional diante da concorrência norte-americana e europeia. A reportagem falou com estilistas, entidades e empresários do Fashion Rio e da SPFW, donos de diferentes negócios, e ouviu que, por trás do glamour das semanas de moda, está um setor que luta contra a falta de parque industrial e de políticas de incentivo e que enfrenta a falta de união entre os próprios designers.

             Oskar Metsavaht, estilista e dono da Osklen:

"As marcas locais de luxo que trabalham com cópias de roupas europeias vão quebrar com a chegada dos originais.
A indústria têxtil tem interesses no mundo inteiro e faz lobby com o governo.Os estilistas são outro setor que concorre com os grandes industriais donos de marca. Somos os mais frágeis da cadeia, mas quem defende a imagem da moda somos nós. Há guerra de egos entre os designers, somos desunidos e bem amadores nesse ponto. Precisamos de mais liderança. O governo não entende que por trás de uma Chanel ou de uma Prada existe uma cadeia enorme que gera empregos."
              
                   Clô Orozco, estilista e dona da Huis Clos:
"Tive de pular essa estação para vender minha coleção comercial. Sou a favor da mudança [de calendário], mas foi brusca, não houve respiro.Precisamos de menores taxas de importação de tecido para competirmos com os grandes nomes da Europa e dos EUA. E de investimentos em maquinário. Poderíamos ser polos exportadores de malharia de luxo e seda, por exemplo."

Reinaldo Lourenço, estilista e dono da marca homônima:

"Cadê as máquinas? Marcas como Armani e Prada surgiram da industrialização incentivada pelo governo italiano. Temos de olhar mais a moda pelo lado da engenharia, da infraestrutura. Só a imagem não basta para levantar um mercado inteiro. Nosso setor deveria se aproximar mais dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, e não só do da Cultura. O diálogo com a presidente Dilma estacionou nesse sentido.   
                      Rony Meisler, dono da grife Reserva:

"Há conflitos de interesses empresariais que impedem o crescimento da indústria têxtil. Além disso, não há incentivos eficazes para a qualificação de mão de obra. Com a chegada dos estrangeiros, muita gente vai quebrar."
            
                   Waldemar Iódice, dono da Iódice e presidente da Abest (Associação Brasileira de Estilistas):

"O mercado local vem se profissionalizando, e a concorrência estrangeira é salutar. Mas ainda não tive oportunidade de reunir os estilistas para saber do impacto da chegada das marcas estrangeiras
Moda é disciplina, não é só reclamar. Não dá pra montar o ateliê e ficar lá no auê...

A Abest acaba de criar uma feira de negócios, o Salão +B [que ocorre de 29 a 31 de maio, no Mube, em São Paulo], que terá um conteúdo agregado de arte e luxo. O governo do Estado está empolgadíssimo com o Ministério da Cultura nessa empreitada.
              Fernando Pimentel, diretor superintendente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção):

"Não há conflitos de interesses na indústria têxtil, e meu telefone está ligado o dia inteiro para quem quiser conversar sobre esse assunto
Também trabalhamos bastante com a Abest para defender os interesses comuns do setor têxtil, dos designers e das conf

sábado, 26 de maio de 2012

Cores


Cores suaves invadem os looks de primavera

Os tons pastel chegam para adocicar as coleções de primavera/verão do circuito internacional. Cores meigas, que lembram as de balinhas de goma – daí, a definição de candy colors –, puderam ser vistas na passarela da Prada, que propôs um mood girlie por meio dos vestidos plissados. Na Louis Vuitton, Marc Jacobs brincou com a feminilidade do salmão alaranjado, que também foi explorado na passarela da 3.1 Phillip Lim combinado ao lilás. Diane von Furstenberg não ficou de fora e escolheu tons de verde-claro para o duo saia rodada + regata. Na passarela de Valentino, o amarelo-bebê ganhou ares de festa no longo com recortes. Na hora de colocar a tendência em prática, vale combinar com neutros, como branco e bege. Looks monocromáticos também estão liberados. Mas nada de gula! Para não errar na dose de açúcar, que pode deixar o visual doce demais, fuja de babados e estampas infantis.
Foto: 1 de 5
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3.1 Phillip Lim
Tecidos leves intensificam o tom elegante.

Fonte:Editora AbrilMARINA DOMINGUES

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Manuseio do jeans

Jeans


Transporte e armazenamento de maneira correta.

Manusear o jeans de maneira correta é muito importante para a obtenção de melhores resultados no tocante a qualidade das peças a serem produzidas. Segue a abaixo o passo a passo.


Transporte e armazenamento



No recebimento da carga, verificar a qualidade das embalagens e confirmar as quantidades;
Não armazenar os rolos direto no chão. Sugestão: armazená-los sobre paletes;
Armazenar os rolos na posição horizontal e em paralelo, nunca em pé ou cruzados (fogueira), o
que evita danos à região das ourelas e/ou ao rolo de tecido como um todo;
A altura máxima de empilhamento é de 1,5 m;
Armazenar os rolos em local arejado, seco e sem incidência direta de luz solar;
Não tirar a embalagem dos rolos até o uso;
Para preservar o tecido, não utilizar objetos pontiagudos para abrir as embalagens, como facas
ou estiletes;
Evitar pancadas nos rolos e não arrastá-los;
Como sugestão: armazenar os rolos separados por Partida e Sequencia da Partida.



Enfesto e corte



No enfesto, desenrolar o tecido de maneira branda e uniforme para não causar a perda do pré-
encolhimento do tecido;
Retirar os defeitos graves, de 3 e 4 pontos, identificados no tecido;
Recomenda-se não ultrapassar 15 cm de altura no enfesto ou de 40 a 50 pares;
Enfestar o tecido por partida, obedecendo a sequencia da partida;
Etiqueta
Externa
Pec: Sequência sugerida
para enfestar
Grupode TonalidadePartida
Não fixar o risco com materiais pontiagudos, pois podem causar rompimento dos fios, queserão
evidenciados após a lavagem;
O risco deve ser feito em papel, manual ou computadorizado (CAD), evitando-se riscar
diretamente sobre o tecido;
A faca de corte deve estar bem afiada para um corte de precisão;
Após o corte, todas as partes devem ser identificadas, evitando possibilidade de mistura na
confecção;
As partes devem ser amarradas cuidadosamente para evitar qualquer tipo de dano ao tecido;
As partes devem aguardar o menor tempo possível para costura, afim de se evitar problemas
com variação de medida entre as partes (crescimento);
Não se deve dobrar as partes para amarração. Isso evita deformação (esticamento) do tecido e
irregularidades de montagem da peça.

Modelagem

Para tecidos SEM elastano, o sentido do CÓS deve ser inverso ao restante da peça;
O fio do tecido deve estar indicado na modelagem;
Os piques orientativos para a confecção devem estar indicados na modelagem;
Utilizar piques, pelo menos, para lateral e entrepernas;
Realizar o encaixe dos moldes, observando sempre o fio de urdume;
Compensar na modelagem o percentual de variação dimensional (encolhimento) do tecido, de
trama e urdume;
Solicite ao seu representante a Tabela de Encolhimento de nossos artigos.
IMPORTANTE: Os valores de encolhimento indicados nesta Tabela devem ser usados somente
como dados orientativos para a pilotagem. No desenvolvimento de novas modelagens e
lavagens, recomendamos que sejam realizados testes com peças piloto para determinar os
encolhimentos a serem utilizados na produção.

Costura

A espessura das linhas e das agulhas deve ser adequada à gramatura do tecido a ser
costurado;Evitar tensões excessivas durante a costura, para que não ocorram distorções entre os pontos ea peça;
Os dentes da máquina não devem estar altos demais ou adiantados, pois tal regulagem poderá
contribuir para formação de pontos disformes e uma costura ondulada;
A regulagem da máquina e a pressão do calcador devem estar devidamente adequadas,
evitando assim, o estiramento do tecido;
Seguir a recomendação do fabricante quanto ao tempo de vida útil das agulhas, verificando a
situação das mesmas a cada 8 horas. A utilização de agulha gasta ou rombuda causa o defeito
“Furos de Agulha” nas costuras, que torna-se visível somente após a lavagem;
Costurar as peças unindo os piques.
Indicação de Linha e Agulha
PESO TECIDO LINHA AGULHA LINHA BOBINA N° AGULHA
Leve 80 a 120 80 a 120 80 a 90 ponta fina/ bola
Médio 35 a 50 50 a 80 100 a 120 ponta fina/ bola
Pesado 25 a 35 50 a 80 110 a 130 ponta finaIndicação de Pontos/ cm
PESO TECIDO PONTOS/ CM
Leve 4 a 5 pontos/ cm
Médio 3,5 a 4,5 pontos/ cm
Pesado 3 a 4 pontos/ cm
TABELA DE  PESOS DE TECIDOS CONFORME NORMA NBR 14634
PESO TECIDO GRAMATURA
Leve 170 a 240 g/m² ( 5 a 7 Oz/ jd²)
Médio 241 a 410 g/m² (7,1 a 12 Oz/ jd²)
Pesado Acima de 410 g/m² (12,1 Oz/ jd²)



 Cuidados na confecção para evitar rasgos



Os problemas de rasgos ocorrem com maior frequência nos bolsos traseiros, passantes, palas e naregião da vista. Estes locais possuem travetes e maior concentração de dobras de tecido.
Quando o bolso possui lapela, a quantidade de dobras de tecido é ainda maior, o que facilita o desgaste
do tecido na região do canto dos bolsos durante o processo de lavagem. Neste caso, para artigos mais
leves, sugerimos o uso de tecido de reforço do lado avesso da peça.
Os TRAVETES são utilizados para reforçar os locais onde a peça irá sofrer maior esforço. As máquinas
mais comuns são as de 42 pontos por tavete, mas existem também as de 36 e 28 pontos por travete. O
tamanho do travete também pode variar, por exemplo, 15 mm e 7 mm.
No desenvolvimento da peça é de grande importância a adequação do travete, levando-se em
consideração:
1) Gramatura do tecido
2) Construção e acabamento do tecido
3) Bitola da linha de costura na operação
4) Tamanho do travete
5) Concentração de pontos por travete
6) Regulagem de máquinas
7) Tipo de Lavagem que a peça receberá
Cuidados na aplicação do TRAVETE:
1) Devem obedecer a distância mínima de 3 mm das bordas. Isso garantirá flexibilidade, evitando o
desgaste da região por atrito, principalmente no processo de lavagem;
2) Não podem existir pontos caídos na costura. Os pontos caídos, além de bloquearem a flexibilidade
da região, tracionam o tecido, fazendo os rasgos iniciarem-se desses pontos;
3) Os dentes transportadores devem ser adequados ao peso do tecido. Caso isso não ocorra, haverá
desgaste do tecido nessa região, podendo provocar rasgos;
4) Como cada ponto representa uma picada de agulha no tecido, para tecidos mais leves orienta-se a
redução da concentração de pontos do travete (de 42 para 36 ou 28 pontos/ travete) e/ou o
aumento do tamanho do travete. Isso faz com que as picadas de agulha fiquem mais distribuídas.
5) Utilizar agulha com a bitola mais fina possível;
6) Para tecidos elastizados, trocar a agulha a cada 8 horas de trabalho.Recomendação Importante:
Utilizar travetes de 11 mm no arremate dos bolsos traseiros;
Utilizar travetes de 8 mm para pregar passantes.


Simbologia de conservação têxtil para denins

Para melhor conservação dos produtos jeans, segue abaixo a lista de símbolos que indicam os cuidados no processo de lavagem e secagem.
Os símbolos e textos utilizados seguem as determinações da NBR ISO 3758:2006 que é citada pelo
CONMETRO em sua Resolução n° 2 de 06 de maio de 2008.
A Santana Textiles esclarece que os cuidados indicados acima visam conservar o produto da forma original. Isto não deve impedir que se desenvolvam processos de lavanderia que são desejáveis dentro do seguimento índigo.
Estes símbolos indicam a forma de se preservar exclusivamente o tecido. A confecção deve analisar conjuntamente a lavagem efetuada nas peças, acabamentos especiais, bordados, estampas,aviamentos e outros componentes agregados e definir o tipo de conservação (símbolos) para a etiqueta
da Peça Final.

Cuidados adicionais para denins elastizados


Enfesto e corte

Antes do enfesto e corte, o tecido deve ser descansado por no mínimo 24 horas, para que ele
adquira estabilidade dimensional e condições normais de umidade. Deve-se enfraldar o tecido e depositar no máximo 3 rolos em camadas de 1,5 m de comprimento;
Para tecidos Bi-elastizados enfraldar com altura máxima de 0,5 m;
No corte utilizar baixa velocidade e lâminas com guia;
Cortar forros de bolso sempre em viés pleno (45°);
As partes devem aguardar o menor tempo possível para costura, afim de se evitar os defeitos
“Fuga de Elastano” e variação de medida entre as partes (crescimento). Ideal: aguardar no
máximo 24 horas.


Modelagem



Riscar o molde de maneira que todas as partes sigam a mesma direção do fio, inclusive o cós;
O alongamento do tecido com elastano permite que o design da peça siga o contorno do corpo,
assim as curvas e medidas podem ser reduzidas;
Recomenda-se não utilizar toda a elasticidade que o tecido apresenta;
Cortar os forros dos bolsos em viés pleno (45°). A parte superior do bolso pode ser cortada um
pouco menor que o usual ou dobrada;

Costura

Utilizar máquinas de ponto corrente nas costuras que exijam elasticidade, pontos 401, 504 e 512
e para costuras de fechamento, ponto 516 (maiores informações na NBR 13.483/ 95);
A densidade de pontos tem um efeito decisivo na elasticidade da costura. Para denins com
elastano é recomendada a utilização de 5 pontos por cm, ou seja, 12,5 pontos por polegada;
Para denins Bi-elastizados utilizar entre 3,5 e 4,0 pontos por cm nas costuras de fechamento;
Ponto fixo é satisfatório para zíperes, costuras em vinco, fixações e aplicações onde o
alongamento pode e deve ser limitado;
Reduzir a velocidade das máquinas em 25% para evitar o atrito gerado pela agulha aquecida;
Utilizar agulhas ponta-bola;
Fazer testes de resistência da costura, esticando 3 ou 4 vezes para verificar se a mesma não se
rompe. Este procedimento deverá ser realizado a cada novo tecido que chegar à confecção. Se
ocorrer o rompimento da linha, ajustes adicionais na máquina deverão ser efetuados para
aumentar a elasticidade da costura;
Não esticar ou puxar o tecido durante a costura, para que não ocorram variações no ponto e
distorções nas costuras;
A tensão da linha deve ser reduzida ao mínimo, consistente com uma boa formação de ponto,
para assegurar boa aparência da costura e garantir sua elasticidade;
Utilizar fios apropriados, como: filamento de nylon ou poliéster texturizados e linhas mistas;
Para operações críticas, ou seja, costuras laterais, entrepernas e travetes, recomenda-se trocar
as agulhas a cada 8 horas de trabalho. Para as demais operações, seguir as recomendações do
fabricante quanto ao tempo de vida útil das agulhas, verificando a situação das mesmas a cada
24 horas. A utilização de agulha gasta ou rombuda causa o defeito “Furos de Agulha” nas
costuras, que torna-se visível somente após a lavagem;
Listar todas as condições operacionais a que foram submetidas a peça piloto e submeter a
produção às mesmas condições da piloto. Por exemplo: tempo de descanso, costurabilidade e
lavanderia.






Fonte:  Santana têxtil Brasil

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Jeans & Moda: Macro tendências 2012 / 2013 segundo WGSN

Jeans & Moda: Macro tendências 2012 / 2013 segundo WGSN

Macro tendências 2012 / 2013 segundo WGSN




 Macro tendencias Lançadas pela WGSN   outono inverno  2012/2013






                                                 Eco Hedonismo
Inspirada pela sustentabilidade e pelo misticismo, a terceira macrotendência celebra uma nova relação entre o homem e a natureza, propondo que a matéria e a vida são fatores inseparáveis. Produtos e serviços que evidenciem o caráter natural passam a ganhar destaque, inclusive no mercado de luxo. Por esse motivo, materiais como as rendas naturais, penas, plumas e o couro entram em cena, com predominância de tons terrosos, que deixam ainda mais clara a relação entre o homem e a terra – criatura e criador.


                                                Neutralidade Radical
A segunda macrotendência apresenta traços fortes do minimalismo, mas a diferença é que aqui ele vai além. O minimalismo deixa de ser apenas um estilo e passa a ser visto como uma atitude. A neutralidade radical entende que os novos radicais são pessoas moderadas e que fazem seus protestos com nada mais do que o silêncio. Na moda, predominam os tons claros e uma indeterminação de gêneros – a androginia está com tudo – com peças que servem tanto para homens quanto para mulheres.








                                                      Hipercultura
Com grande influência da globalização, a hipercultura é a mistura de estilos, valores e ícones de diferentes partes do mundo. As fortes referências que determinam esta tendência estão nas tradições milenares que se desenvolveram ao longo de muitos anos e que hoje se combinam com a rapidez e dinamismo da troca de informações em tempos de internet. O encontro do Oriente com o Ocidente pode ser visto em peças com estampas híbridas e contrastantes.





sexta-feira, 20 de abril de 2012

Pigmento Artesanal


         Índigo - Pigmento Artesanal na Coleção da Nudie Jeans

Desde tempos remotos, uma planta conhecida como Woad foi cultivada a fim de ser utilizada para se obter um corante azul. O pigmento já era conhecido no Egito, possivelmente em meados de 1000 a.C. , e só em 1408 que Vasgo da Gama leva o índigo indiano para Europa. Os comerciantes europeus tentaram a todo custo barrar o pigmento com leis e mentiras. O índigo foi acusado de ser uma droga mortal – e batizado de corante do Diabo. E, em algumas partes do continente, o uso do corante foi até ameaçado com pena de morte. Mas, com tantas propriedades, o pigmento prevaleceu e se tornou o rei das cores. Graças a uma comunidade em Marche, na Itália, o processo artesanal da produção do índigo de Woad, lá conhecido como Guado, foi revivido. Os extratores de Marche foram descobertos pelaNudie Jeans, que em parceria com a comunidade desenvolveu uma coleção cápsula colorida a partir do pigmento produzido por eles. O processo é trabalhoso, afinal são cerca de uma tonelada de folhas de Guado para fazer um quilo do corante. Por isso, a linha da marca está sendo produzida em edição limitada, ao todo são 700 peças. Os preços variam de 725 dólares (para calças e jaquetas) a 245 dólares (lenços). A linha poderá ser encontrada nas concept stores de Berlim, Amsterdã, Londres, Nova Iorque e Estocolmo.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Serviços de modelagem em jeans

                                               



                                                     
e
 Estamos prontas para atender!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Jeans,um pouco mais de história

Um dos primeiros a trazer o jeans para o mundo da alta costura foi o estilista norte-americano Calvin Klein. Ao colocar modelos para desfilar com peças do tecido, Klein foi visto com maus olhos pelos críticos mais conservadores, que mal imaginavam que aquele era o início de um caminho sem volta. Também se tornaram célebres a peças publicitárias da grife do estilista, que mostravam a jovem Brooke Shields ao lado da frase “Você sabe o que há entre mim e a minha Calvin? Nada.” Aos poucos, o preconceito foi caindo, e estilistas famosos, como Pierre Cardin, Jacques Fath e Van Cleef Arpels, incapazes de resistir àquela moda imposta de baixo para cima, criaram suas linhas. Yves Saint-Laurent chegou a declarar: “Eu gostaria de ter inventado o jeans. Ele tem expressão, sex appeal, simplicidade. Ou seja: tudo o que eu procuro em minhas roupas”. Surgia assim o conceito de design do jeans: peças com uma forte conotação de status, nas quais as logos estampadas eram tão ou mais importantes quanto o corte.
Essa onda teria seu ápice nos anos 80, com marcas como Jordache e Gloria Vanderbilt. Ao mesmo tempo, o jeans fazia as pessoas se darem conta da importância da criatividade e da autenticidade na hora de se vestir, bem como do valor do conforto e da praticidade. Era a moda casual que ganhava força. Essa aparente contradição entre o simples e o fashion, contudo, não foi capaz de enfraquecer a personalidade do jeans. Pelo contrário: democratizou o tecido, que se mostrava capaz de agradar a ricos e pobres, e ocupar espaço no armário tanto do yuppie quanto do operário. É com esse status que o jeans atravessou os anos 90 e entrou no século XXI com força total. Prova disso é que hoje, somente no Brasil, são produzidos 25 milhões de metros de jeans por mês. Como se vê, o jeans provou ser um tecido extremamente resistente e versátil, não só no dia-a-dia, como no decorrer dos séculos. Afinal, só ele seria capaz de resistir a corridas do ouro, cowboys, guerras, motoqueiros e ainda encarar um supermercado e uma vernissage no final do dia.

Brooke Shields posa para Calvin Klein aos 15 anos. Um dos muitos (e lindos) rostos        que ilustraram as campanhas da marca.


A raiz da palavra jeans foi notada pela primeira vez em 1567 como Genoese ou Genes, um termo usado na descrição das calças dos marinheiros da cidade de Gênova/Itália. Os rebites de reforço foram patenteados em 1873 por Levi Strauss e Jacob Davis. Tachinhas de cobre foram utilizadas para dar uma maior resistência aos bolsos que não estavam resistindo ao peso colocados neles. Os pontos críticos das calças foram reforçados, tornando-as mais duráveis.
A partir de então, cada vez mais os trabalhadores utilizavam o jeans para exercer suas tarefas mais árduas e de exigência física. Entretanto, o jeans só passou a ser utilizado no dia-a-dia no século XX.
Com o surgimento no cinema, encabeçado por James Dean e Marlon Brando, a roupa começou a associar-se ao conceito de juventude e rebeldia, conquistando este público.
Cowboys do asfalto com suas Harley-Davidsons aterrorizavam a Califórnia. Elvis Presley em 1957 já usava seu jeans, e desde então rock e jeans são inseparáveis.
Novas modelos como Marilyn Monroe e Jayne Mansfield também usavam jeans apertado para mostrar como uma trabalhadora tradicional poderia ser sexy.
Surge o movimento hippie e eles adoravam o jeans, pois não era caro e era funcional. Jaquetas e calças jeans viraram febre para uma juventude independente que se reunia e celebrava seu estilo de vida em festivais de rock como Woodstock e Monterey .
O jeans só chegou a conquistar o restante da população após a proliferação social do seu conceito como roupa despojada e do cotidiano, sem perder seu charme e elegância. Consagravam-se os gigantes do jeans, como Levi’s, Lee e Mustang.
Calvin Klein foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela. Foi já na década de 70 e isso provocou os mais conservadores. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou seu espaço na sociedade.
A comodidade e praticidade que o jeans proporciona, aliadas a sua fácil manutenção foram definitivos para sua fixação como vestuário básico.

       O cigarro é over, mas o ídolo de Juventude Transviada, James Dean deu início da popularização do jeans
                                               Marlon Brando já sabia mostrar como jeans pode ser sexy

A raiz da palavra jeans foi notada pela primeira vez em 1567 como Genoese ou Genes, um termo usado na descrição das calças dos marinheiros da cidade de Gênova/Itália. Os rebites de reforço foram patenteados em 1873 por Levi Strauss e Jacob Davis. Tachinhas de cobre foram utilizadas para dar uma maior resistência aos bolsos que não estavam resistindo ao peso colocados neles. Os pontos críticos das calças foram reforçados, tornando-as mais duráveis.
A partir de então, cada vez mais os trabalhadores utilizavam o jeans para exercer suas tarefas mais árduas e de exigência física. Entretanto, o jeans só passou a ser utilizado no dia-a-dia no século XX.
Com o surgimento no cinema, encabeçado por James Dean e Marlon Brando, a roupa começou a associar-se ao conceito de juventude e rebeldia, conquistando este público.
Cowboys do asfalto com suas Harley-Davidsons aterrorizavam a Califórnia. Elvis Presley em 1957 já usava seu jeans, e desde então rock e jeans são inseparáveis.
Novas modelos como Marilyn Monroe e Jayne Mansfield também usavam jeans apertado para mostrar como uma trabalhadora tradicional poderia ser sexy.
Surge o movimento hippie e eles adoravam o jeans, pois não era caro e era funcional. Jaquetas e calças jeans viraram febre para uma juventude independente que se reunia e celebrava seu estilo de vida em festivais de rock como Woodstock e Monterey .
O jeans só chegou a conquistar o restante da população após a proliferação social do seu conceito como roupa despojada e do cotidiano, sem perder seu charme e elegância. Consagravam-se os gigantes do jeans, como Levi’s, Lee e Mustang.
Calvin Klein foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela. Foi já na década de 70 e isso provocou os mais conservadores. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou seu espaço na sociedade.
A comodidade e praticidade que o jeans proporciona, aliadas a sua fácil manutenção foram definitivos para sua fixação como vestuário básico.

A partir das décadas de 40 e 50, a roupa passou a ser incorporada no uso informal jovem.
O conceito de uso do jeans como símbolo de rebeldia jovem e despojada iniciou através do cinema, em filmes que tinham James Dean e Marlon Brando como símbolos de juventude. Nesta época as marcas Levi´s, Lee e Mustang passaram a competir mais fortemente no mercado.
Calvin Klein, na década de 70, foi o primeiro estilista a trabalhar o jeans como tendência de moda nas passarelas. O jeans passou a ser difundido cada vez mais pela praticidade, simplicidade e estilo cômodo e moderno de uso.




                                        A famosa 501, modelo de 1890, um dos mais antigos existentes

Fontes:
http://www.levi.com.br

Jeans,um pouco de sua história,beneficiamento e modelagens



Jeans ou  calças de ganga é o nome de um tipo de calça. O jeans começou a ser fabricado em 1872 em Nimes, na França. O nome "tecido de Nimes" acabou sendo abreviado por apenas "denim". Em princípio, quem importava esse tecido era a Itália, para confeccionar os uniformes dos marinheiros que trabalhavam no porto de Gênova. Esses genoveses, chamados de "genes" pelos franceses, acabaram também ganhando créditos dos norte-americanos, que o apelidaram de "jeans". Levi Strauss foi quem criou o jeans nos Estados Unidos no ano de 1853 para atender garimpeiros da Califórnia. Os rebites de reforço foram patenteados em 1873 por Levi Strauss e Jacob David. Tachinhas de cobre foram utilizadas para dar uma maior resistência aos bolsos que não estavam resistindo ao peso colocados neles. Os pontos críticos das calças foram reforçados, tornando-as mais duráveis.



História



Peças de jeans são artigos de confecção têxtil destinado ao vestuário que usam como matéria-prima tecidos Denim. O que podemos chamar de verdadeiro jeans é o de coloroção azul, que veio só depois, quando Levi Strauss decidiu tingir as peças com o corante de uma planta chamada Indigus, dando a cor pela qual o jeans é hoje conhecido. Muito populares na atualidade, as calças jeans evoluíram com o tempo e hoje são indispensáveis no mundo da moda.
No início foi tudo uma experiência. Levi Strauss confeccionou duas ou três peças reforçadas com a lona que possuía, deu-as aos mineradores e o sucesso foi imediato. Altamente resistente, as peças não estragaram com facilidade. Estava criado o jeanswear, o estilo reforçado de confecção, o qual foi originalmente destinado a roupas de trabalho.
A partir de então, cada vez mais os trabalhadores utilizavam o jeans para exercer suas tarefas mais árduas e de exigência física. Entretanto, o jeans só passou a ser utilizado no dia-a-dia, já no século XX.
O primeiro estilista a colocar os jeans na passarela foi Calvin Klein já na década de 1970. Podemos considerar que o grande feito do jeans foi a inclusão social do produto, tanto um simples operário quanto pessoas ricas usufruem do tecido azul. O jeans ganhou outra conotação quando dentro de sua composição foi adicionado oelastano, assim dando o caimento perfeito tão desejado pelas mulheres. E depois a inclusão do algodão com o poliéster e o elastano adicionando à praticidade do jeans o brilho do poliester e o caimento perfeito do elastano.
O jeans só chegou a conquistar o restante da população após a proliferação social do seu conceito como roupa despojada e do cotidiano, sem perder seu charme e elegância. O estilo de calças rasgadas também é conhecido como "Bear Wear Band".

Lavagens e rasuras
Há vários tipos de lavagem na fabricação do jeans. Uma delas e a mais clássica é a utilização de pedras vulcânicas para dar o ar de gasto. Essas pedras são especiais e porosas e são colocadas junto com o jeans dentro da máquina de lavar industrial.hoje as maiores lavanderias já utilizam processos de enzimas nesse caso.A lavagem é um dos principais processos de beneficiamento pelo qual passa o jeans durante a produção. A lavanderia industrial surgiu após a década de 70, com a customização do jeans pelos hippies, veio de uma necessidade de atender os desejos do consumidor. Nessa época, as lavagens consistiam no Stone wash, amaciamento e tingimento. Depois de 1995, a tecnologia iniciou seu processo de introdução nas lavanderias, inserindo equipamentos como laser, prensas e estufas. Depois dessas verdadeiras revoluções, as lavagens entraram de vez no segmento jeanswear. Na lavanderia, as peças de denim recebem os mais variados efeitos, de acordo com o tipo de lavagem ao qual são submetidas. Desde as lavagens mais simples, só para o amaciamento da peça, até as mais elaboradas que conferem diferentes aspectos estéticos ao jeans, esse tipo de beneficiamento é hoje essencial na indústria da moda. 
Exemplo de lavagens :
As mais tradicionais :
Amaciado
Proporciona maciez deixando a roupa mais confortável e preservando a cor original do jeans. Ideal para modelo Clean.

Delavê
Roupa estonada com aplicação de clareamento e alvejante químico, deixando o tecido com um visual mais macio que o simples estonado e em tons mais claro que variam de médio azul a quase branco.

Estonado
Lavagem do tecido Denim em  tambores que levam junto que levam juntas pedras de argila chamadas SINASITAS .Durante a lavagem as pedras entram em atrito com o índigo deixando com aspecto batido, aparentando  mais usado oferecendo um aspecto desbotado e amaciado.



Outras lavagens utilizadas no momento:
Marmorizado
O forte revival dos anos 80 e 90 ,  traz  como destaque a lavagem marmorizada , obtida através de um processo químico , que deixa a peça com aspecto manchado , preservando áreas com o tingimento original do tecido. Fica mesmo parecendo mármore! As fotos da última B&B Barcelona confirmam que o efeito é mais popular agora que há 20 anos atrás.

Dirty
Tem um aspecto sujinho com efeito vintage que dá aparência de um jeans desgastado com tonalidades queimadas que passam de uma gama de cor acinzentada a tons terrosos;


Leather denim 

Para chegar em um efeito resinado e com brilho opaco imitando o couro, o leather denim é o indicado e um dos mais surpreendentes, por se aproximar tanto desse material (couro).
Nas pernocas de 10 em cada 10 fashionistas, itgirls e celebridade, o couro jeans é o queridinho da vez, e para quem pensava que a cor preta era pesada não sobreviveria ao verão, ele aparece com destaque novamente, e em cores!
Com a alternativa um pouco mais branda às wet leggings, o material é levemente brilhoso e tem uma pegada rocker e supercool, que fica ainda mais moderninha em cores como: verde, laranja, vermelho e marrom.

Destroyer
Lavagem parecida com a estonagem ,porém utiliza mais enzimas que corroem a fibra levemente deixando um aspecto destruído,justificando assim a palavra destroyer que em inglês significa destruição.
O destroyer é na realidade um look obtido por meio de um processo de lavagem que vem de encontro ao vintage. Esse visual antigamente era obtido através de um processo que utilizava pedras pome ou cinasita, no entanto além de consumir um longo período de tempo – em média três horas – provocava puídos em regiões indesejadas, como cantos de bolsos, e outras áreas de maior atrito.Atualmente com o uso de enzimas celulásicas combinadas com pedras ou não, o processo se moderno e o tempo de processamento bem inferior com menos danos as peças.
 Para lavagens mais agressivas como o destroyer, tecidos de peso médio para pesado sem elastano são ideais.

Sky bleach
O processo  ficou conhecido entre os principais processos de clareamento com ou sem ativadores de cloro e/ ou permanganato por sua eficácia e seu efeito manchado, diferente de qualquer outro.
Esse processo consiste na aplicação de panos ou cordas em uma solução de cloro, e processados juntamente com as peças (seca/úmida) sem adição de água.
É muito importante que seja observado tempo de processamento na máquina, quantidade de panos ou cordas e proporção da solução preparada, são esses os agentes que vão determinar a tonalidade da peça e proporção do efeito de manchas.
Os tecidos de índigo da Vicunha são ótimos para este tipo de lavagem, em especial os tecidos Riley, Evans, Fox, Blaine, Manhattan, Lars e Denzel que revelam padrões incríveis quando submetidos a este processo.

 Jeans rasgado ou puído

O rasgado pode ser feito com estilete, rompendo o fio de urdume do tecido. O mesmo efeito pode ser obtido com micro-retífica, e algumas empresas que possuem máquinas de laser podem fazer o efeito puído ou rasgado. O importante é que o efeito apareça harmonicamente com o visual da peça para não parecer algo grosseiro, acentuado de maneira exagerada e involuntária.











É também crucial a delicadeza durante o processo, principalmente quando o tecido tem elastano em sua composição. O ideal é aplicação de patches ou cerzidos para que o tecido não se rasgue mais que o desejado, garantindo a conservação e durabilidade da peça. Para um efeito perfeito de puído em bordas de bolsos e barras, é ideal que se use o esmerio.


Resin Effects

Existem três tipos de resinas que são mais utilizadas para obter efeitos vintage. De uma maneira geral, elas conferem ao tecido memórias para a obtenção de efeitos de bigodes 3D e para a preservação da cor, resultando em um efeito flat na estonagem.
Esses produtos derivados do petróleo são essenciais para alguns processos de lavagem e sofreram mudanças e aperfeiçoamentos que os tornaram ainda mais efetivos nos seus objetivos de beneficiamento das peças.
Antigamente para a reticulação da resina era necessária a utilização de forno a uma temperatura entre 140°C a 175° por cerca de vinte minutos. Isto, contudo, comprometia as propriedades de elasticidade de tecidos compostos com elastano. Hoje existem resinas no mercado que conseguem essa polimerização a 90°C a 100°C, preservando plenamente o tecido.
 Com esta nova tecnologia, é possível montar o resin effects em tecidos com elastano sem preocupações. No índigo, opte por tecidos com cores intensas como Goa ODGGoa,Acrux, BellatrixBellatrix BlackNorah e Denzel. No brim, opte por tecidos como MayerSkaBaldwin e Haiti.Todos tecidos da vicunha.














Tanque
Efeito imitando as marcações de tanque,feitas manualmente com o uso de gabaritos e lixadas com retifica manual



Assista um um vídeo que fala um pouco do beneficiamento do jeans.Segue link abaixo:




Digitalizando o Jeans


Pesquisadores criaram efeitos de lavanderia em jeans, como bigodes (aqueles risquinhos em tom mais claro que marcam as calças na altura dos quadris), usando Photoshop, corantes reativos e uma impressora para marcar diretamente o tecido.

Esses são efeitos de lavanderia reproduzidos digitalmente no jeans, uma pesquisa que envolve o uso de impressoras digitais para marcar o denim ou a sarja.
A pesquisa foi apresentada recentemente em um simpósio organizado pela AATCC (American Association Textiles Chemist and Colorists), nos Estados Unidos.
O tema do encontro era discutir formas inovadoras e sustentáveis para tratamentos em lavanderia do denim.




A pesquisadora Carly Spanon mostrou as possibilidades de imprimir sobre denim, efeitos tradicionalmente aplicados em lavanderia. Ela usou Photoshop para criar marcações de bigodes e desgastes, corantes reativos e uma impressora digital para aplicar sobre o tecido.
No entanto, ainda não há previsão de quanto custaria esse novo método de produção, e também ainda não foram feitas afirmações sobre a resistência das marcações às lavagens caseiras ou ao uso contínuo.
O que é realmente importante sobre a criação de inovações como esta, é dar um passo à frente na pesquisa de produção de tecidos com diferencial de estilo mas que não agridem de forma tão violenta o meio ambiente como as lavanderias de jeans o fazem.

 Modelagens do femininas





Tradicional ou básica: cintura no lugar, pernas de corte reto e cor índigo. Já foi chamada de five pockets (cinco bolsos), três na frente e dois atrás, uma referência à pioneira 501 americana da Levi’’s. Por seu corte acompanhar as linhas do corpo, costuma vestir bem a maioria das pessoas.
Semibaggy: por ter cintura no lugar, quadril largo e corte da perna ligeiramente afunilado - a calça dos anos 80, lembra?

 Slim Fit: com cintura baixa ou no lugar, marca bem os quadris e tem as pernas justas, com corte afunilado ou reto.
Oversized ou Boyfriend (tamanho exagerado): É o jeans bem folgado. Suas formas amplas não favorecem as mais baixas (achatam a silhueta) nem as gordinhas (parecem ainda mais gordas). Base extra dimensionada de cintura larga, quadril desestruturado e pernas amplas. A precursora deste tipo de calça foi a atriz hollywoodiana Katie Holmes.
Skinny: Modelagem bem justa, principalmente abaixo do joelho. Parecida com a Legging, porém de tecido denim com elastano (ou lycra). Reapareceu como moda de massa nos desfiles de inspiração punk da estilista inglesa Viviane Westwood e, desde então, tornou-se popular entre homens e mulheres descolados. Usa-se muito também o modelo skinny em diversas cores, como vermelho, turquesa, amarelo, entre outros.
Cargo: É uma calça com modelagem utilitária. Há vários bolsos e compartimentos, sendo mais confortável também por conta de sua modelagem ampla.
Capri: É um tipo de calça de comprimento logo abaixo do joelho, como se fosse uma “bermuda” justinha ao corpo ou então uma calça “mais curta”. Ideal para dias quentes e para quem preza pelo conforto. Contudo, as baixinhas devem fugir deste tipo de modelagem, pois encurta a silhueta.
Boca de sino: Modelagem muito usada nos anos 1970 em calças de tecido denim ou outra sarja. Possui as pernas ajustadas ao corpo e as barras bastante amplas.
Saruel: É a calça que possui o gancho na altura dos joelhos. Pode ter as pernas ajustadas - dos joelhos para baixo - ou não. Este tipo de calça foi bastante visto nos desfiles de verão e a moda perdura para o Inverno 2009.
Macacão: Uma das novidades fashion é o retorno do macacão jeans, que se caracteriza por ter a calça unida à parte de cima, tornando a roupa uma única peça.
Cenoura: É a calça mais folgada em cima - no bumbum e no gancho - e ajustada na parte de baixo, nas pernas. É a grande aposta do Inverno 2009 brasileiro.
Alfaiataria: É a calça jeans com inspiração na alfaiataria tradicional, ou seja, a calça apresenta bolsos faca e pregas; pode ou não ter uma lavagem mais moderna.
Tradicional: Cintura no lugar e pernas de corte afunilado. Já foi chamada de five pockets (cinco bolsos), três na frente e dois atrás, uma referência à pioneira 501 americana da Levi's. Por seu corte acompanhar as linhas do corpo, costuma vestir bem a maioria das pessoas.
Antifit: Modelagem da 501, o primeiro modelo da Levi's.Tem botões ou zíper, adaptada a silhueta do consumidor, com cintura baixa, quadril desestruturado e corte reto nas pernas. Como o nome diz, não é um jeans de caimento perfeito; fica com pequenas sobras no quadril e cavalo. Tem pontos a favor: o conforto e o estilo.
Bootcut(Corte para botas): Uma variação do antifit, tem a perna um pouco mais larga do joelho para baixo, para facilitar o uso de botas para dentro da calça. Semibaggy: por ter cintura no lugar, quadril largo e corte da perna ligeiramente afunilado, de cintura fina e quadril largo.
Tight Fit ou Slim Fit: (caimento justo, apertado): com cintura baixa, tipo Saint-Tropez, marca bem os quadris e tem as pernas justas, com corte afunilado ou reto.
Cigarrete: modelagem ajustada ao contorno do corpo, pernas justas e cintura baixa.Algumas versões usam a mistura de jeans com lycra. O resultado é uma calça ainda mais agarrada.
Oversized (tamanho exagerado) : é o jeans bem folgado.Suas formas amplas não favorecem as mais baixas (achatam a silhueta) nem as gordinhas (parecem ainda mais gordas). Base extra dimensionada de cintura larga, quadril desestruturado e pernas amplas.
Skinny: Modelagem bem justa, principalmente abaixo do joelho. Parecida com a Legging, porém de tecido Jeans.
Capri: É um tipo de calça de comprimento logo abaixo do joelho, como se fosse uma "bermuda" justinha ao corpo ou então uma calça "mais curta". Ideal para dias quentes e para quem preza pelo conforto. Contudo, as baixinhas devem fugir deste tipo de modelagem, pois encurta a silhueta.

 Modelagens masculinas
Antigamente, calça jeans masculina em qualquer loja seguia um padrão de corte, e o importante era vestir e priu. Não importava muito o caimento, número de bolsos, lavagem, nada. Era apenas para cumprir a função de vestir. Hoje em dia, qualquer ida a alguma shopping exige até um certo conhecimento sobre corte e padronagem. De uns tempos pra cá as calças jeans masculinas ganharam novas formas e nomes, e eu criei esse guia com as principais modelagens para dar uma ajudinha na hora de comprar um novo modelo.


A calça SKINNY já é uma mania nacional. Apesar de ainda haver um certo preconceito, talvez por sua semelhança com os modelos femininos, esse tipo já foi incluido so visual de varias tribos. Chegou timida, em tons sobrios e foi ganhando cores e recortes. Tem como caracteristicas a perna e a boca justa. Caem bem tanto nos estilos mais sociais quanto nos mais esportivos e tendenciosamente em tons mais escuros, chegam a fazer referência ao movimento rock. É uma forma mais moderna de explorar o jeans valorizando o formato das pernas e do bumbum.


CARROT em inglês significa Cenoura e é essa a ideia do formato desta calça. Ela tem o chancho mais baixo, o quadril mais largo e a panturrilha justa. Parece a saruel mas não confunda. a Saruel não necessáriamente é larga na cintura. ATENÇÃO: E uma modelagem que valoriza os que estão em forma e os mais magros.


STRAIGHT é a padronagem mais básica. Veste bem a qualquer tipo fisico, tem um corte que delineia as curvas das pernas, mas não é justo, tampouco chega a ser Boot Cut. É bastante informal e combina muito bem com t-shirts e uma vasta categoria de calçados.

Digamos que a SLIM FIT seja um intermedio entre a calça reta e a Skinny. Ela não é exatamente justa, mas se acomoda bem próximo ao contorno das pernas mesmo mantendo um corte mais reto e possui a cintura mais baixa que as demais. É uma otima opção para quem procura um corte moderno, porém não se sente confortável com a skinny.



BOOTCUT é também conhecida como calça de cowboy, por que ela foi feita pra isso mesmo: ser usada com bota. Mas caiu no gosto popular e se integrou ao estilo urbano por ter tambem um certo ar retrô 70′ista. Tem a cintura no lugar, um ajuste mais profundo nos joelhos e volta a alargar finularmente até o fim da perna.



LOOSE como o próprio nome anuncia, é o modelo folgadão e alguns cheios de bolsos. Tipo calça de rapper, muito, muito confortavel, tanto quanto dificil de se criar uma montagem interessante com outras peças sem parecer cover do Eminem ou 50 Cents. Mas vez ou outra vira tendência e volta as passarelas.


  Fontes: